Economia

Gigante no setor moveleiro, Leo Madeiras inaugura centro de distribuição em Barueri

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Gigante no setor moveleiro, Leo Madeiras inaugura centro de distribuição em Barueri

Empresa de 79 anos construiu espaço de 82 mil metros quadrados para receber sede administrativa e logística 

Andrea Seibel diz que mercado moveleiro viveu um aquecimento na pandemia. (Foto: Divulgação)

No ano em que celebra 79 anos de existência, a Leo Madeiras, maior distribuidora de insumos para marcenaria e indústria de móveis do Brasil, deu um passo importante para o futuro e expansão da rede: trouxe para o Jardim Silveira, em Barueri, o Centro de Distribuição da rede, com 82 mil metros quadrados, o maior do setor moveleiro da América Latina.

A escolha pelo município, segundo a CEO da rede, Andrea Seibel, reuniu diversos fatores, "espaço, mobilidade, acessibilidade e proximidade com as rotas de distribuição". No espaço funcionará a sede administrativa e a logística da Leo.

"Precisávamos de uma casa maior para comportar todos os lançamentos da indústria, além de poder suprir as lojas próprias e ser uma opção de fornecimento imediato para todas as 112 lojas da rede. Um dos pilares da Leo sempre foi a disponibilidade de produto e trabalhar com todos os lançamentos do mercado. Com o novo Centro de Distribuição, seguiremos firmes neste propósito, atendendo a crescente demanda do setor de móveis sob medida", explica.

A vinda pode trazer outros frutos positivos. "Com o novo centro de distribuição e com a Leo em constante crescimento, provavelmente haverá novas contratações/ oportunidades em breve", antecipa Andrea.

Além disso, a CEO ressalta que a rede franqueada de todo o Brasil tem projetos de abertura de novas lojas em suas regiões. "Para ganharmos share no mercado atual e atender novos mercados e o comércio eletrônico, queremos ampliar nosso catálogo de produtos, tanto da marca própria da Leo quanto de outras do mercado. Quanto à atuação fora do país, temos estudos em andamento para ampliarmos os negócios para outros países da América Latina, mas ainda nada concretizado".

Mercado aquecido

Diferente de outros setores que foram diretamente afetados pela crise econômica, Andrea diz que o mercado moveleiro viveu um aquecimento. "Uma vez que, por conta da quarentena imposta pela pandemia da Covid-19, muitas pessoas passaram a trabalhar no sistema home office e a voltar as atenções para reformas e adaptações em seus lares. Encerramos 2020 com cerca de R$2,5 bilhões em vendas. Além disso, 95% das lojas da rede apresentaram recordes históricos de vendas", ressalta.

Apesar disso, houve desafios, como a mudança da rotina dos colaboradores do escritório para o home office. "Adotamos as medidas de segurança nas lojas e ampliamos nossa presença on-line". 

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Sexta, 01 Julho 2022

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