Aos 16 anos, Folha de Alphaville segue relevante, diz César Foffá

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César e Marcelo Foffá: duas gerações na produção do jornal mais importante do bairro. (Foto: Michela Brígida/Folha de Alphaville)

De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia, encomendada pela Secom (Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República) ao Ibope, em 2017, os jornais impressos são o meio de comunicação mais confiável para os brasileiros. O levantamento revela que 59% dos entrevistados confiam sempre ou muitas vezes nas notícias publicadas em jornais. Rádio e televisão têm 57% e 54%, respectivamente.

Porém, os participantes se dizem mais desconfiados quando as informações são de sites, blogs e redes sociais. Em relação aos sites, 62% falaram confiar poucas vezes no que foi publicado. O índice é de 63% para as redes sociais e de 54% sobre os blogs. O estudo mostra também que o tempo de leitura médio dos jornais impressos é de uma hora e 10 minutos.

Pensando na confiança que o leitor possui nos jornais, preocupada com a veracidade das informações, necessidades e interesses de seus leitores, a Folha de Alphaville conta com uma equipe especializada em oferecer notícia de primeira, conteúdos exclusivos e feitos sob medida. Com o passar do tempo, foi preciso desenvolver narrativas conectadas com o estilo de vida dos leitores. "A Folha de Alphaville continua à frente de seu tempo, criando sempre modelos editoriais baseados em interação total com com seu público leitor e o mercado publicitário de anunciantes, isso recheada de novidades que atraem a cada dia mais pessoas, leitores e consumidores", ressalta César Foffá, diretor e idealizador do jornal. 

Ele ressalta a importância das plataformas tecnológicas no momento da comunicação. "É preciso utilizar as novas tecnologias no uso e distribuição de informação. Elas são o ponto chave de toda a nossa existência". A Folha de Alphaville possui um portal de notícias (folhadealphaville.com.br)e está presente nas redes sociais.

Segmentação
Em seu conceito original, a Folha de Alphaville é um jornal segmentado: seu público-alvo são os moradores do bairro de Alphaville, localizado em Barueri e Santana de Parnaíba. Existem muitas publicações como ela ao redor do mundo: há exemplos de jornais locais gratuitos em cidades como Londres, Paris, Tel Aviv, Tóquio, nos Estados Unidos da América (EUA) e em outros países.

Então, segmentar é, hoje, mais que uma tendência. É uma necessidade. "Falar para um público específico produz um interesse natural, já que os assuntos abordados refletem as necessidades da comunidade local — especialmente se não houver outra fonte de informação", acredita o VP Comercial do jornal, Marcelo Foffá. "Nesse contexto, os suplementos são uma segmentação da segmentação. E, justamente por isso, eles funcionam muito bem", concluiu.

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Quarta, 11 Dezembro 2019

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