Sábado, 23 Outubro 2021

Economia

Em ano de pandemia, Barueri criou mais de 8 mil empregos

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Em ano de pandemia, Barueri criou mais de 8 mil empregos

Setor anotou saldo negativo na cidade de Barueri e de Santana de Parnaíba

Setor da indústria anotou saldo negativo na cidade de Barueri e de Santana de Parnaíba (Pixabay)
De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. "A grande notícia para nós é que, em um ano terrível em que o PIB [Produto Interno Bruno - soma de todos os bens e serviços] caiu 4,5%, nós criamos 142 mil novos empregos", disse. Os dados sao do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na região, segundo consulta realizada pela reportagem junto ao Novo Caged, o saldo geral (relação entre admissão e demissão) registrado foi positivo em Barueri. São consideradas as áreas de indústria, construção, serviços, agropecuária e comércio. A cidade anotou criação de 8.798 vagas. Durante todo o ano passado foram 140.066 admissões e 131.268 demissões. O setor de serviços liderou o saldo positivo, fechando em 9.458. Já o pior cenário ficou para Indústria, negativo em 1.696.

No município de Santana de Parnaíba, o cenário foi negativo. Foram 19.413 admissões e 20.652 demissões, saldo de - 1.239. O setor de serviços perdeu a maior quantidade de vagas e contabilizou saldo de - 1.048. O comércio anotou saldo positivo de 76.

Alphaville

Na contramão da crise, o RGL Advogados, escritório de advocacia localizado em Alphaville, fechou 2020 com o dobro de faturamento em relação a 2019. O escritório foi fundado em 2016 pelo Dr. Rubens Leite, de 28 anos.

O bairro recebeu recentemente uma unidade da clínica Mais Cabello, referência em transplantes capilares no Brasil.

Programa BEm

Na avaliação de Guedes, o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo Governo Federal durante a pandemia, é um dos responsáveis pelo resultado, já que evitou a demissão de cerca de 10 milhões de pessoas durante o ano passado.

Pelo programa, empregadores e funcionários fizeram acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Como contrapartida, o governo pagou, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido. 

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