Em 2020, 21,9% dos funcionários públicos municipais estavam em home office (Pixabay)
O avanço da vacinação contra a Covid-19 na região tem levado as prefeituras a abandonarem o regime de home office entre os servidores públicos.
Um levantamento feito pela reportagem junto às oito, das 11, administrações municipais que compõem o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste) - com exceção de Araçariguama, Cajamar e Vargem Grande Paulista, mostrou que a maioria dos funcionários já retomou a jornada presencial.
Em Cotia, as licenças compulsórias terminaram em julho. No mês de agosto, o prefeito Rogério Franco (PSD) baixou o decreto nº 8.960/2021, que dispõe sobre o dever de vacinação contra a Covid-19 de todos os colaboradores da administração (exceto quando houver restrição médica).
A Prefeitura de Itapevi tem 136 funcionários afastados, aguardando a 2ª dose da vacina, do total de 4.565.
Na cidade de Osasco, cada secretaria tem portaria específica sobre o tema; "permanecem em home office os servidores que têm alguma patologia ou atestado médico", informou a gestão, sem detalhar a quantidade.
Jandira possui 280 servidores com comorbidades ou sem a 2ª dose do imunizante, que estão trabalhando remotamente ou com atestado médico. A gestão conta, no total, com 3.109 servidores. As Prefeituras de Barueri, Carapicuíba, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus foram procuradas, mas não retornaram.
Imunização
Segundo o Vacinômetro, cadastro do Governo do Estado de São Paulo, todos os municípios mencionados acima já aplicaram no total 2,4 milhões de doses contra a Covid-19. Os dados consideram a 1ª dose, 2ª dose e dose única. Osasco registrou o maior número, 814.909. Na sequência, aparece Carapicuíba (445.112), Barueri (321.007), Cotia (270.471), Itapevi (232.341), Santana de Parnaíba (172.567), Jandira (125.567) e Pirapora do Bom Jesus (19.860).
2020
Um levantamento feito pela reportagem junto às oito, das 11, administrações municipais que compõem o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste) - com exceção de Araçariguama, Cajamar e Vargem Grande Paulista, mostrou que a maioria dos funcionários já retomou a jornada presencial.
Em Cotia, as licenças compulsórias terminaram em julho. No mês de agosto, o prefeito Rogério Franco (PSD) baixou o decreto nº 8.960/2021, que dispõe sobre o dever de vacinação contra a Covid-19 de todos os colaboradores da administração (exceto quando houver restrição médica).
A Prefeitura de Itapevi tem 136 funcionários afastados, aguardando a 2ª dose da vacina, do total de 4.565.
Na cidade de Osasco, cada secretaria tem portaria específica sobre o tema; "permanecem em home office os servidores que têm alguma patologia ou atestado médico", informou a gestão, sem detalhar a quantidade.
Jandira possui 280 servidores com comorbidades ou sem a 2ª dose do imunizante, que estão trabalhando remotamente ou com atestado médico. A gestão conta, no total, com 3.109 servidores. As Prefeituras de Barueri, Carapicuíba, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus foram procuradas, mas não retornaram.
Imunização
Segundo o Vacinômetro, cadastro do Governo do Estado de São Paulo, todos os municípios mencionados acima já aplicaram no total 2,4 milhões de doses contra a Covid-19. Os dados consideram a 1ª dose, 2ª dose e dose única. Osasco registrou o maior número, 814.909. Na sequência, aparece Carapicuíba (445.112), Barueri (321.007), Cotia (270.471), Itapevi (232.341), Santana de Parnaíba (172.567), Jandira (125.567) e Pirapora do Bom Jesus (19.860).
2020
De acordo com o Ipea Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), em 2020, 21,9% dos servidores do poder público municipal estavam em home office.
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