É crescente o número de pessoas que optam por morar em apartamentos. Questões como segurança e infraestrutura, fazem dos prédios uma opção mais atraente do que as casas tradicionais. A expansão imobiliária no País se deu de tal forma que, só na região metropolitana de São Paulo, o segmento de condomínios movimenta cerca de R$ 3 bilhões por mês.
Obrigatoriamente, os condomínios precisam ter um síndico (cargo geralmente ocupado por um morador do prédio). E são inúmeras as responsabilidades por ele assumidas, tais como: representar o condomínio formalmente, garantir que os condôminos cumpram as regras estabelecidas, dedicar-se à proteção e preservação das áreas comuns, administrar as despesas, o planejamento financeiro e etc.
Pode até parecer simples, mas na prática, a execução de todas essas tarefas é algo bem complicado: diversos são os contratempos enfrentados no dia-a-dia da gestão condominial, e ainda, existem os conflitos entre os moradores. Somados a isso, a falta de conhecimento, o tempo e empenho necessário, fizeram com que muitos moradores desistissem de assumir a função. Dentro desta realidade, os condomínios se viram obrigados a contratar um síndico profissional e, então, uma nova oportunidade de trabalho surgiu.
Para o sucesso desta vocação, existem cursos que capacitam uma pessoa para o cargo. "Um profissional competente precisa ter conhecimento que vai desde as áreas contábeis e administrativas, até mesmo das leis trabalhistas e código civil. É fundamental ter uma visão bem assertiva, prever problemas e ter soluções rápidas. Um condomínio é cercado de detalhes que podem se tornar grandes problemas. Inclusive, o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente, caso incidentes venham ocorrer dentro das dependências do prédio", contou a advogada Dra. Christiane Faturi Angelo Afonso.
Obrigatoriamente, os condomínios precisam ter um síndico (cargo geralmente ocupado por um morador do prédio). E são inúmeras as responsabilidades por ele assumidas, tais como: representar o condomínio formalmente, garantir que os condôminos cumpram as regras estabelecidas, dedicar-se à proteção e preservação das áreas comuns, administrar as despesas, o planejamento financeiro e etc.
Pode até parecer simples, mas na prática, a execução de todas essas tarefas é algo bem complicado: diversos são os contratempos enfrentados no dia-a-dia da gestão condominial, e ainda, existem os conflitos entre os moradores. Somados a isso, a falta de conhecimento, o tempo e empenho necessário, fizeram com que muitos moradores desistissem de assumir a função. Dentro desta realidade, os condomínios se viram obrigados a contratar um síndico profissional e, então, uma nova oportunidade de trabalho surgiu.
Para o sucesso desta vocação, existem cursos que capacitam uma pessoa para o cargo. "Um profissional competente precisa ter conhecimento que vai desde as áreas contábeis e administrativas, até mesmo das leis trabalhistas e código civil. É fundamental ter uma visão bem assertiva, prever problemas e ter soluções rápidas. Um condomínio é cercado de detalhes que podem se tornar grandes problemas. Inclusive, o síndico pode ser responsabilizado civil e criminalmente, caso incidentes venham ocorrer dentro das dependências do prédio", contou a advogada Dra. Christiane Faturi Angelo Afonso.
Salário
O salário de um síndico profissional é atraente; pode atingir os R$ 30 mil, dependendo de quantos condomínios ele gerencia – é permitido que a mesma pessoa acumule mais de um empreendimento. Mas, para assumir tamanhas responsabilidades, o candidato ao posto de síndico precisa realizar cursos de profissionalização do trabalho de síndico, que oferecem conteúdo com temas variados (gestão empresarial e financeira, recursos humanos, legislação, segurança, sustentabilidade etc).
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