Em 3,3 milhões há indícios de que o titular já tenha falecido (Agência Brasil)
O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, na quarta-feira (2), que a Receita Federal indique providências ou métodos de controle para reduzir o número de CPF irregulares que continuam ativos.
Dados da Receita Federal apontam que o Brasil tem, hoje, cerca de 12,5 milhões de CPFs ativos a mais que a soma da população brasileira viva. Em pelo menos 3,3 milhões de casos, há indícios de que o titular do cadastro já tenha morrido.O tribunal deu prazo de 120 dias para que a Receita Federal aponte as medidas que serão tomadas para resolver o problema. No relatório sobre as medidas tributárias adotadas pelo governo na pandemia de Covid-19, a Receita informou que há 223,8 milhões de CPFs ativos.
O problema é que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira na data do levantamento era menor: 211,4 milhões de pessoas. O número foi atualizado para 211,8 milhões no fim de agosto.
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