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Brasil registra recorde de extremos de chuva no verão

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Brasil registra recorde de extremos de chuva no verão

 Segundo o Climatempo, Barueri e Parnaíba terão calor e pancadas de chuva até a quinta-feira (27)

Segundo o Climatempo, Barueri e Parnaíba terão calor e pancadas de chuva até a quinta-feira (27). (Foto: Governo de SP)

Segundo o Climatempo, as fortes chuvas de verão devem retornar a partir desta segunda-feira (24) em Barueri e Santana de Parnaíba. Há 90% de chance de pancadas de chuva no período da tarde, por volta das 17h. Sol e calor durante o dia e temporais durante a tarde será o clima predominante até quinta-feira (27).

A Prefeitura de Barueri realiza diversas ações para combater as enchentes, entre elas a limpeza de bocas de bueiros (bocas de lobo), por meio da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), que coletou 778 toneladas de resíduos em 2021 – número um pouco menor do que as 899 toneladas recolhidas no ano de 2020. Cerca de 800 bocas de lobo visitadas diariamente em todas as ruas de Barueri.

Na operação feita pelas equipes da SSM são coletados diversos tipos de resíduos, como areia, terra, sacos e copos plásticos, máscaras e vidros, dentre outros dejetos.

Neste domingo (23), como trabalho preventivo, uma equipe da SSM procedeu a retirada de uma árvore em terreno localizado na Estrada dos Romeiros, que apresentava perigo para pedestres e motoristas que passam pelo local. O trânsito foi desviado por agentes da GCM.

Verão chuvoso
O número de eventos extremos de chuva no início da atual estação de verão no Brasil foi recorde, aponta levantamento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Entre 1º e 31 de dezembro de 2021, a equipe técnica emitiu 516 alertas de risco de desastres de origem geo-hidrológica, como deslizamentos de terra, inundações e enxurradas, para os 1.058 municípios monitorados atualmente pela instituição em todo o país. Desse total, 163 concretizaram-se em ocorrências.

Em 2020, no mesmo período, o número de alertas foi ligeiramente maior – de 539 –, mas as ocorrências foram quase 60% menores (103) em comparação com 2021.

"Tivemos emissão de alertas de risco praticamente todos os dias em dezembro de 2020 e 2021. Não me recordo de outros períodos em que tivemos tanta atividade", diz Rafael Alexandre Ferreira Luiz, tecnologista do Cemaden. 

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Terça, 17 Mai 2022

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