Um novo ano começou, mas alguns problemas antigos entraram em 2020, principalmente área da saúde. De acordo com informações do Ministério da Saúde, o número de casos de dengue registrados no Brasil em 2019 foi o segundo mais alto da série histórica. Em São Paulo, as ocorrências cresceram 2.700% no ano passado.
Não é só na capital que a questão com a dengue permanece; a região também registrou um grande aumento dos casos. De acordo com dados da Prefeitura de Barueri, em 2019, a cidade teve 142 casos da doença confirmados contra oito em 2018. Comparando um ano com o outro, o aumento foi de 1.675%.
Em Santana de Parnaíba, segundo informações mais recentes do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), coletadas pela reportagem, de janeiro a novembro de 2019, o município teve 89 casos confirmados de dengue, ante três em 2018. A alta foi de 2.866%.
"A proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, ocorre por existência de recipientes com água parada. A colaboração e cuidado de todos são sempre fundamentais", destacou Rosana Perri Andrade Ambrogini, coordenadora chefe da Vigilância em Saúde de Barueri.
Prevenção
Durante o verão, a probabilidade de haver mais focos de água parada aumenta por conta das chuvas. Por isso, as cidades começaram o ano intensificando as ações preventivas. Em Barueri, a Vigilância de Saúde montou a chamada Sala de Situação para o controle das arboviroses.
"Realizamos reuniões periódicas com participação das secretarias para conscientização de todos. Atuaremos nas áreas prioritárias, onde ocorreu maior número de casos com a equipe de controle de vetores para alertar e reforçar os cuidados", explicou Rosana.
Em Parnaíba, as visitas ocorrem semanalmente. Além disso, os agentes de saúde recebem treinamento e participam de cursos que visam agilizar as ações de combate ao mosquito.
Em Santana de Parnaíba, segundo informações mais recentes do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), coletadas pela reportagem, de janeiro a novembro de 2019, o município teve 89 casos confirmados de dengue, ante três em 2018. A alta foi de 2.866%.
"A proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, ocorre por existência de recipientes com água parada. A colaboração e cuidado de todos são sempre fundamentais", destacou Rosana Perri Andrade Ambrogini, coordenadora chefe da Vigilância em Saúde de Barueri.
Prevenção
Durante o verão, a probabilidade de haver mais focos de água parada aumenta por conta das chuvas. Por isso, as cidades começaram o ano intensificando as ações preventivas. Em Barueri, a Vigilância de Saúde montou a chamada Sala de Situação para o controle das arboviroses.
"Realizamos reuniões periódicas com participação das secretarias para conscientização de todos. Atuaremos nas áreas prioritárias, onde ocorreu maior número de casos com a equipe de controle de vetores para alertar e reforçar os cuidados", explicou Rosana.
Em Parnaíba, as visitas ocorrem semanalmente. Além disso, os agentes de saúde recebem treinamento e participam de cursos que visam agilizar as ações de combate ao mosquito.
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